sexta-feira, 25 de maio de 2012

MOMENTO DE REFLEXÃO "Os 11 mandamentos da Arca de Noé"

1- Não perca o barco.
Quase sempre as pessoas acham que o barco sempre vai estar a disposição, mas é bom ter atenção para não perder o seu embarque.
2- Lembre-se de que estamos todos no mesmo barco.
Ninguém é inimigo de ninguém, apenas temos visões diferentes.
3- Planeje para o futuro; não estava chovendo quando Noé construiu a arca...
Sempre devemos ter uma visão da nossa vida para 2, 5 e 10 anos. Mas essa visão não é fixa ela deve mudar sempre, essa é a graça de poder viver.
4- Mantenha-se em forma; Quando você tiver com 60 anos, alguém pode lhe pedir para fazer algo realmente grande.
Cuidar da saúde é fundamental
5- Não dê ouvido aos críticos. Apenas continue a fazer o trabalho que precisa ser feito.
Sempre vai existir pessoas que vão falar de bem ou de mal, prefira dar ouvidos a todos e aplique apenas aquilo que for bom para você.
6- Construa seu futuro em terreno alto.
Quando temos uma visão do alto, fica mais fácil de ver qualquer dificuldade e assim tomar as melhores desições.
7- Por segurança, viaje em pares.
Não podemos fazer nada sozinho. Lembre-se que sonhar sozinho é apenas sonho, mas sonhar em conjunto é realidade.
8- A velocidade nem sempre é uma vantagem; os caramujos estavam à bordo, assim como os leopardos.
Tudo na vida tem seu tempo, as vezes o melhor de Deus só vai chegar depois.
9- Quando estiver estressado, flutue por um tempo.
Resgardar-se, isso é vital para que a vida flua a contento, por isso é bom usar a sabedoria e saber quando sair de cena.
10- Lembre-se: a Arca foi construída por amadores, o Titanic, por profissionais.
Todos são importantes e tem uma missão muito bem definida e a sua só você pode realizar.
11- Não importa a tempestade, pois quando você está com Deus, há sempre um arco-íris te esperando!
Ele nos conduz sempre em triunfo, mesmo que agora pareça ser uma derrota, mais na frente veremos o quão grande é o agir dele em nosso favor! E tudo isso em nome do seu eterno amor por nós!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

CONVITE


PARTICIPE



Participe conosco do "ARRAIÁ PAROQUIÁ, FESTA FAMILIAR" a ser realizado no próximo dia 10/06/2012 a partir das 19 hs ao lado da Igreja Matriz de N. S. Aparecida. 
A animação ficará por conta de Dida de Nan e sua banda.

CELEBRAÇÃO DA CRISMA EM NOSSA PARÓQUIA

sábado, 19 de maio de 2012

“Silêncio e Palavra: Caminho de Evangelização”

O Dia Mundial das Comunicações Sociais foi instituído pelo Concílio Vaticano II (1967), que desde então, no Brasil, é celebrado sempre na solenidade da Ascensão do Senhor que este ano acontece no dia 20 de maio (amanhã).  Durante este dia, toda a Igreja é convidada a rezar por todos os profissionais da área das comunicações sociais e também refletir sobre a importância da comunicação para a vida do ser humano, sobretudo, na Igreja.
Por ocasião, o Papa publica uma mensagem sobre o tema escolhido para o ano. O tema está relacionado a fatos atuais, ligados com a Igreja, a sociedade e ainda com a comunicação social.  A mensagem é publicada sempre na Festa de São Francisco de Sales, patrono dos jornalistas católicos, no dia 24 de janeiro. Para o ano de 2012, 46º Dia Mundial das Comunicações Sociais, o Papa Bento XVI, propõe o tema: “Silêncio e Palavra: Caminhos de Evangelização”, que nos convoca a uma profunda reflexão sobre a atual dinâmica da comunicação. No pensamento do Papa, silêncio e palavra estão integrados e caso falte um desses elementos a comunicação se deteriora, abrindo espaço para ruídos e indiferenças.
É no silêncio que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação: abre-se à escuta recíproca, aprofunda-se o pensamento, se expressa o discernimento, o sentimento. Ainda, no silêncio, diz o Papa: “Falam as alegrias, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particular intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços. Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é útil ou acessório.”
Na era contemporânea, o homem se vê, entre inúmeros estímulos, muitos questionamentos e diversas respostas. Ele é ‘bombardeado’ por muitas informações, que podem dificultar a identificação e o foco das questões verdadeiramente essenciais. Assim, neste mundo complexo da comunicação, neste fluxo incessante de estímulos é que se manifesta a inquietação do homem que anseia pela verdade, seja ela grande ou pequena, mas que possibilite dar sentido e esperança à sua existência.
Viver momentos de reflexão, encontrar espaço para o silêncio, através da oração, contemplação e partilha da Palavra de Deus ajudam o homem atual a encontrar a si mesmo e àquela Verdade que dá sentido a todas as coisas. Nas palavras de Bento XVI: “Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus.”
Por fim, o Papa conclui: “Palavra e Silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender e escutar, a contemplar, para além de falar, e isto é particularmente importante para os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja para um renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo”.
LEIA NA ÍNTEGRAA Mensagem do Papa Bento XVI para o 46º Dia Mundial das Comunicações Social em: (http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=284984)

FONTES DA PESQUISA:  A TRIBUNA DO MT /  PORTAL CANÇÃO NOVA

MISSA DA ASCENSÃO DO SENHOR

“Por entre aclamações Deus se elevou, o Senhor subiu ao toque da trombeta.” Hoje, domingo da Ascensão do Senhor, com todos os povos do universo, rendemos graças a Deus Pai. É dia de festa e alegria pascal, pois o Senhor Jesus apareceu aos seus discípulos e, à vista deles, subiu aos céus e está sentado à direita do Pai. Nós, comunidade de fé, membros do seu corpo, com esperança, somos chamados a participar da sua glória eterna.
Celebramos hoje a Ascensão de Jesus. Ascensão tem a ver com a ressurreição e com o tempo da Igreja. Jesus volta para a casa do Pai, a morada eterna onde todos nós esperamos estar após nossa morte. Jesus viveu no meio de nós como ser humano e agora volta para Deus. Somos privados de sua presença física e chamados a eternizá-lo na vida da Igreja, representada, primeiramente, pela comunidade de Jerusalém. Ao mesmo tempo, tornamo-nos participantes da divindade do mestre Jesus de Nazaré. O sentido último de nossa vida é Deus, autor e doador da vida plena. O humano Jesus leva consigo a natureza humana para a glória de Deus. Jesus ressuscitado permanece no meio de nós, na vida de fé da comunidade e no anúncio do reino.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 284. Maio / Junho 2012. p 31, 40 - 41 Paulus.

PARTICIPE CONOSCO DO III ARRAIÁ PAROQUIÁ



Participe conosco do "ARRAIÁ PAROQUIÁ, FESTA FAMILIAR" a ser realizado no próximo dia 10/06/2012 a partir das 19 hs ao lado da Igreja Matriz de N. S. Aparecida. 
A animação ficará por conta de Dida de Nan e sua banda.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

WEB TV CAPIBARIBE NA COBERTURA DA FESTA DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA (COHAB)

MISSA ESPECIAL DIA DAS MÃES

FESTA DE NOSSA SRª DE FÁTIMA (VILA DA COHAB)

MISSA DO 6º DOMINGO DA PÁSCOA

Deus é amor. Ele nos amou primeiro, sem medidas, e nos enviou o seu Filho para que tivéssemos vida em plenitude. Renovados no amor de Deus, sejamos fortalecidos na plena comunhão de seu amor, e que ele faça de nós pessoas disponíveis para a edificação do mundo humano e fraterno. Hoje comemoramos também o dia das mães. Agradecemos ao Senhor, pois elas são sinais visíveis do amor de Deus.
Hoje, dia das mães, é dia de falar do amor; amor de Deus e amor de mãe. As leituras de hoje nos oferecem pistas para a vivência do amor fraterno, divino, maternal e solidário. O amor existe somente em função do outro. Pedro, judeu e seguidor de Jesus, entende que o amor salvífico de Deus é também para os pagãos. Já Jesus declara amor pelo seu Pai, Deus, que nos criou e nos convoca a amar uns aos outros, sendo ele o amor. Tudo isso veremos nas leituras de hoje. Amor não é questão abstrata, mas experiência de vida que vem de Deus, de Jesus e de nossas mães. O amor de Deus por nós se concretizou na presença de seu Filho encarnado. Já “o amor de mãe envolve muitos sentimentos. A mãe está no filho que chora, ri, briga, apanha, vence, sonha, perde, frustra-se... A mãe está em todas as fases de sua vida. Ser mãe é viver a vida em etapas, nas etapas da vida do filho. O filho é quase uma extensão da mãe”.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 284. Maio / Junho 2012. p 31, 36 . Paulus.


segunda-feira, 14 de maio de 2012

ARTIGO DO BISPO "Concílio Ecumênico Vaticano II"

Cinquenta anos atrás, a Igreja Católica realizava um evento que a levaria a profundas transformações e seria símbolo de mudanças radicais, pelas quais iriam passar as grandes instituições mundiais.
Trata-se do Concílio Ecumênico Vaticano II. Ele foi aberto oficialmente no dia 11 de outubro de 1962, e iria se prolongar por quatro anos. Tempo amplo, e até arriscado, durante o qual a própria Igreja tomou a iniciativa de se submeter a uma rigorosa análise de sua caminhada histórica, com a intenção de se atualizar, para assim corresponder melhor à sua missão, e se habilitar ao diálogo com o mundo de hoje. Esta, em poucas palavras, a ingente tarefa que o Papa João XXIII colocou como motivação para convocar esta assembléia eclesial extraordinária, que leva o nome histórico de "Concílio Ecumênico".
Pois bem, depois de 50 anos, quando o calendário nos instiga a celebrar este evento de maneira "jubilar", somos instados a recordar os fatos, medir seu alcance, e nos interrogar a respeito dos seus desdobramentos atuais. O Papa Bento XVI, numa carta que escreveu no mês de março aos Bispos da França, afirmou: "O Concílio Vaticano II foi e permanece em autentico sinal de Deus para o nosso tempo e se nós soubermos interpretá-lo em comunhão com a tradição da Igreja e sob a orientação verdadeira do Magistério, poderá se tornar cada vez mais uma grande força para o futuro da Igreja".
Na última Assembleia da CNBB, também a nossa Igreja começou uma reflexão sobre este evento a fim de colher os frutos para uma nova evangelização nas nossas Dioceses.
O Concílio foi lançado no final da década de 50, pelo anuncio feito por João XXIII no dia 25 de janeiro de 1959. Eram os tempos dos primeiros passos na aventura espacial, que foi pensada para chegar à lua e a outros astros, mas que acabou trazendo tantas inovações em nosso planeta, sobretudo nas possibilidades de comunicação, que agora estão sendo integradas no cotidiano de nossas vidas.
Quando se consegue trazer de volta à memória um vasto processo, como foi o Concílio Vaticano II, podemos dispor de referências que apontam para várias direções.
É o que promete esta celebração do Jubileu do Concílio. Servirá não só para discernir o que se passa hoje na Igreja, mas também ajudará a entender o que se passa hoje no mundo. Afinal, o Concílio teve o mérito de tornar a iniciativa de renovação eclesial, antes que ela fosse imposta de fora pela dinâmica da história. Assim agora o seu jubileu nos oferece referências muito úteis para entender o rumo que a realidade vai tomando.
De vez em quando uma olhada providencial no retrovisor ajuda a perceber as curvas da estrada. Assim a recordação do Concílio. Ajuda a entender o caminho andado, e perceber as advertências do trânsito. Pois a história continua dinâmica, e não é o caso de pedir que pare para reencontrar o seu rumo. Precisamos intervir, enquanto o carro vai andando. Ou na comparação preferida por Jesus, enquanto o barco vai sendo sacudido pelas ondas!
Dom Bernardino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru - PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU-PE)

domingo, 6 de maio de 2012

PARTICIPE CONOSCO !!!

*Clik na imagem acima, para ampliar a visualização.

MISSA DO 5º DOMINGO DA PÁSCOA

Neste quinto domingo da Páscoa, Jesus Cristo se apresenta como videira verdadeira e revela o Pai como agricultor. Somos convocados a permanecer unidos a ele de forma vital, atentos e obedientes à sua palavra de vida e salvação. Pascalizados pela presença do Senhor ressuscitado, sejamos no mundo sinais verdadeiros de amor, paz e justiça. As leituras deste domingo nos apresentam teologicamente o Jesus homem que fez história conosco, veio morar no meio de nós. Por ele, Paulo se converteu e tudo deixou, para anunciar a sua ressurreição. Em Jesus histórico, Deus nos visitou. No simbolismo da videira e seus ramos, unimo-nos todos em Jesus para levar adiante o seu projeto de salvação a toda a humanidade. Na fé em Jesus, professada pela comunidade da primeira epístola de João, somos impelidos a afirmar: “Deus que tudo conhece é maior do que o nosso coração” (1Jo 3,20). Jesus é maior do que o mundo que o acolheu. Sem ele, nada podemos fazer.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 284. Maio / Junho 2012. p 31, 35 . Paulus.

ARTIGO DO BISPO "Permanecer na Palavra de Deus"

É tradição da Igreja Católica dedicar o mês de maio a Maria, a mãe de Jesus. É apenas devoção sentimental? É um desvio doutrinal de quem não conhece a Bíblia? É exatamente o contrário: Maria é modelo de quem viveu a plena obediência da fé escutando a Palavra de Deus. Nela, a fé bíblica da escuta e do acolhimento generoso e disponível à vontade de Deus, tem o seu modelo perfeito. Maria viveu em plena sintonia com a Palavra divina.
Por isso podemos celebrar o mês de Maio nas nossas comunidades com a certeza de estarmos em comunhão com toda a tradição da Igreja, que na ultima Assembleia dos Bispos do Brasil refletiu sobre o tema: "Ministros e Servidores da Palavra de Deus na missão da Igreja hoje". O que significa para nós permanecer na Palavra de Deus? Para o Católico verdadeiro, esta Palavra é um chamado constante à conversão, ao crescimento na fé e ao aprofundamento da experiência do encontro com Deus, que nos dirige sua Palavra como um pai fala a seus filhos. Como filho cabe-nos acolher com alegria esta Palavra e corresponder alegremente com ela.
O amor a Jesus é comprovado mediante a observância de sua Palavra: "Se alguém me ama, guardará minha Palavra". Neste caso, "guardar", significa observar, conservar no coração, obedecer, levar a sério, colocar em prática. Quem não ama, não leva a sério a palavra ouvida. Jesus continua a falar do fruto da Palavra acolhida: "Meu Pai o amará, nós viremos a ele e nele faremos morada" (Jo 14,23). A sintonia com Jesus é sintonia com Deus. Cada discípulo verdadeiro de Jesus torna-se "morada de Deus". É o mesmo que São Paulo também ensina: "Vós sois o templo de Deus e o Espírito Santo habita em vós". Pode haver dignidade mais elevada para o ser humano neste mundo?! É bem isso que cada um de nós é, pelo Batismo, e deve expressar na vida.
Ser discípulo verdadeiro, segundo o Evangelho de São João, é permanecer na Palavra de Deus. E isso, por um lado, reforça a unidade interna de todos os discípulos na Igreja; por outro, reforça a sua capacidade missionária, que são todos enviados ao mundo para anunciar a mesma Palavra de Cristo e de Deus; somente unida em Cristo, a Igreja poderá dar ao mundo um testemunho eficaz em favor desta "Palavra da salvação" e ser fiel à sua missão. Há um só Evangelho e não fazemos anúncios diversos, ou até contrastantes, mas proclamamos a única Palavra de Deus ao mundo: "não anunciamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo e este, crucificado", proclamava São Paulo.
Nosso serviço missionário ao Evangelho no mundo é, portanto, o de discípulos fiéis e convictos e deve ser feito de muitas formas. Inclusive é muito importante o anuncio explicito do Evangelho e o convite dirigido às pessoas para que conheçam a nossa experiência de fé - Sem anuncio, a fé não desperta - Vamos acolher as conclusões da 50ª Assembleia dos Bispos e encontraremos muitas pistas para reencontrar e permanecer na Palavra de Deus.
Dom Bernardino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru - PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU-PE)

terça-feira, 1 de maio de 2012

ABERTURA MÊS MARIANO

Maria, através de seu semblante deixa transparecer a divindade de seu filho muito amado Jesus, ela é a mãe do puro amor. Maria é promessa e esperança, é ternura e solidariedade, é bondade e amor, é o veículo direto que nos comunica com seu filho é nossa intercessora junto à Deus!
Convidamos vossa família para a abertura do mês Mariano em nossa Paróquia, hoje às 19:30 hs na Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida.

BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

Há exatamente um ano, o Papa João Paulo II era beatificado por seu sucessor, Bento XVI, na Praça São Pedro, no Vaticano. A cerimônia, considerada uma das maiores da história da Igreja pelo número de pessoas, contou com a presença de cerca de um milhão e meio de peregrinos. 
"João Paulo II é Beato pela sua forte e generosa fé apostólica", afirmou o Papa Bento XVI na cerimônia de beatificação, em 1º de maio de 2011. "Com o seu testemunho de fé, de amor e de coragem apostólica, acompanhado por uma grande sensibilidade humana, este filho exemplar da Nação Polaca ajudou os cristãos de todo o mundo a não ter medo de se dizerem cristãos, de pertencerem à Igreja, de falarem do Evangelho. Numa palavra, ajudou-nos a não ter medo da verdade, porque a verdade é garantia de liberdade", ressaltou o santo padre.
FONTE: CANÇÃO NOVA

MÊS MARIANO

Ao longo da História, foram poucas as mulheres que romperam com o preconceito e conseguiram participar efetivamente dos fatos e acontecimentos significativos de seu tempo, alcançando seus objetivos e ganhando o devido reconhecimento. Maria foi uma dessas mulheres, senão, a principal delas.
Ainda muito jovem, ficou noiva de José, um homem honesto e bem mais velho do que ela, que não tardaria em tomá-la como esposa. Vivendo em uma sociedade judaica que estava sob a dominação dos romanos, onde a mulher pouco ou quase nada valia, esta jovem percebe, em um momento de inconfundível beleza, a presença de Deus em sua vida. E Deus a convida para ser a mãe de seu Filho predileto, Jesus Cristo, que assumiu a condição humana e veio ao mundo para nos ensinar que o amor é o único caminho que, verdadeiramente, nos leva à felicidade.
Maria disse "sim" a Deus e levou este "sim" às últimas conseqüências. Por ação direta e exclusiva do Espírito Santo, ficou grávida antes de se casar e correu o risco de ser apedrejada, conforme mandava a lei daquela época. Suportou a desconfiança de seu esposo; suportou as dificuldades inerentes à pobreza; suportou a perseguição de homens poderosos e cruéis, como Herodes, que tentou matar Jesus ainda quando criança. Por fim, suportou a dor de ver seu Filho inocente ser condenado, cruelmente agredido e crucificado. Suportou tudo isso sem perder a fé, a confiança, a dignidade e a esperança em seu Deus. Suportou tudo por amor, já que o amor tudo suporta (1 Cor. 13,7). Suportou tudo em silêncio. Silêncio que não significa covardia e omissão, mas que se traduz em serviço constante, em humildade, em entrega total e absoluta ao papel que lhe havia sido reservado por Deus na história da humanidade. Em silêncio Maria viveu sua opção por Cristo. E, agindo assim, deu exemplo de fé, de coragem, de conversão autêntica, de adesão absoluta ao plano de Deus para a salvação dos homens. Ao mesmo tempo iniciou uma luta pelo resgate da dignidade da mulher, perdida em meio aos abusos de uma sociedade patriarcal, preconceituosa e machista. Essa luta sobreviveu até hoje e se fortaleceu ao longo de inúmeras gerações. Muitas vitórias já foram conquistadas. Entretanto, muita coisa precisa melhorar. 
Existem no mundo milhões de "Marias" que, a despeito de toda a evolução política, econômica, social e tecnológica, ainda não conseguiram um local digno para morar, assistência médica eficiente, emprego e salários compatíveis com suas necessidades, respeito profissional e igualdade de direitos e deveres em relação aos homens. A mulher segue sendo marginalizada, discriminada e explorada. Muitas ainda comercializam seus corpos e até mesmo seus filhos para conseguirem um mísero pedaço de pão. 
Ao dizer a Deus "Faça-se em mim segundo a vossa palavra", Maria revolucionou a História. Em seu silêncio, disse mais do que ninguém que é preciso lutar constantemente pelo estabelecimento da justiça, da paz, da liberdade, da fraternidade e da igualdade em nosso mundo. Ao abrir seu coração a Cristo, ela rompeu com as barreira do egoísmo humano e nos ensinou que é preciso amar a todos, independente da raça, da cor da pele e do sexo.
Apesar de todo o sofrimento que vivenciou, Maria tornou-se uma mulher vitoriosa e feliz. Nós a chamamos de bendita e bendizemos também a seu Filho, Jesus, que num gesto de amor, fez com que ela se tornasse mãe de todos nós (Jo 19, 25-27).
Em maio, o desabrochar das flores manifesta com originalidade e beleza o milagre da vida. A tradição católica escolheu este período do ano para venerar com especial devoção a Maria, que, com simplicidade e fidelidade inimitáveis, vivenciou os ensinamentos de Cristo, caminho, verdade e vida. Rezemos com fé renovada a Ave Maria, oração que exprime com perfeição o mistério da serva bem-aventurada de Deus.

domingo, 29 de abril de 2012

MISSA DO 4º DOMINGO DA PÁSCOA

Hoje o Senhor ressuscitado se revela como o Bom Pastor que, com ternura, cuida do seu povo, particularmente dos mais pobres e necessitados. Diferentemente do mercenário, o Bom Pastor se importa com as ovelhas. Dá a vida por elas. Ouçamos a voz do Pastor que nos conhece pelo nome. Ao redor da mesa eucarística, damos graças sobre o pão e o vinho, sinais sacramentais de sua vida, oferta agradável a Deus.
Estamos habituados a repetir a expressão “Bom Pastor”, aludindo sempre ao trecho do evangelho a ser lido hoje. O adjetivo bom é muito pouco para o que Jesus quer dizer. Ele não é apenas um pastor bom, ele é o verdadeiro, o autêntico pastor, o modelo de pastor. Ezequiel (cap. 34) já falara dos dirigentes do povo como pastores, para os quais só interessavam a carne e a lã das ovelhas, que não cuidavam da fraca e da doente e ainda permitiam que as mais fortes afastassem do cocho as mais fracas com os chifres ou com as ancas. No lugar deles, Deus, o dono das ovelhas, iria ele mesmo ser o pastor. Jesus se apresenta como verdadeiro pastor em oposição ao assalariado, a quem, naturalmente, o que interessa é garantir o seu salário, as ovelhas que se danem. O autêntico pastor arrisca a vida pelas ovelhas. Pouco antes ele havia dito que os outros dirigentes do judaísmo só vieram para roubar, sacrificar, destruir, enquanto ele veio para que todos tenham vida e vida plena. O verdadeiro pastor dá a vida para que as ovelhas tenham vida.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 283. Março / Abril 2012. p 39, 61 . Paulus.

ARTIGO DO BISPO " As Vocações, dom do Amor de Deus"

Todos os anos no quarto domingo de Páscoa a Igreja Católica celebra um dia especial de oração pelas vocações. Papa Bento XVI, que celebrou nestes dias os seus 85 anos de vida e o seu 7º aniversário de Pontificado, enviou à Igreja uma mensagem com o convite a sermos gratos a Deus pelo dom da vocação. Ele afirma:
"A verdade profunda da nossa existência está contida neste mistério admirável: a cada criatura, e particularmente cada pessoa humana é fruto de um pensamento e de um ato de amor de Deus, amor imenso, fiel e eterno. É a descoberta deste fato que muda, verdadeira e profundamente, a nossa vida. Numa conhecida página das Confissões, Santo Agostinho exprime, com grande intensidade, a sua descoberta de Deus, beleza suprema e supremo amor, um Deus que sempre estivera com ele e ao qual, finalmente, abria a mente e o coração para ser transformado: Tarde Vos amei, ó beleza tão antiga e tão Nova, tarde Vos amei! Vós estáveis dentro de mim, mas eu estava fora, e fora de mim Vos procurava; com o meu espírito deformado, precipitava-me sobre as coisas formosas que criastes. Estáveis comigo e eu não estava convosco. Retinha-me longe de Vós aquilo que não existiria, se não existisse em Vós. Chamastes-me, clamastes e rompestes a minha surdez. Brilhastes, resplandecestes e dissipastes a minha cegueira. Exalastes sobre mim o vosso perfume: aspirei-o profundamente, e agora suspiro por Vós. Saboreei-Vos e agora tenho fome e sede de Vós. Tocastes-me e agora desejo ardentemente a vossa paz. Trata-se de um amor sem reservas que nos precede, sustenta e chama ao longo do caminho da vida e que tem a sua raiz na gratuidade absoluta de Deus. De fato, cada vocação específica nasce da iniciativa de Deus, é dom do amor de Deus! É Ele que realiza o primeiro passo, e não o faz por uma particular bondade que teria vislumbrado em nós, mas em virtude da presença do seu próprio amor derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo".
Todas as pessoas estão em busca de um sentido para suas vidas. Os jovens procuram a felicidade e muitas vezes encontram apenas decepções! Vale a pena mostrar às novas gerações o caminho de doação que tem o seu modelo em Jesus Cristo.
Bento XVI assim explica de onde vêm as verdadeiras vocações:
"Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações. E é bebendo nesta fonte durante a oração, através duma familiaridade assídua com a Palavra e os Sacramentos, nomeadamente a Eucaristia, que é possível viver o amor ao próximo, em cujo rosto se aprende a vislumbrar o de Cristo Senhor. Para exprimir a ligação indivisível entre estes dois amores - o amor a Deus e o amor ao próximo - que brotam da mesma fonte divina e para ela se orientam, o Papa São Gregório Magno usa o exemplo da plantinha: No terreno do nosso coração, Deus plantou primeiro a raiz do amor a Ele e depois, como ramagem, desenvolveu-se o amor fraterno."
Quem vive estas dimensões de amor prestará um verdadeiro serviço à humanidade, não só dentro da Igreja, mas, sobretudo na missão de construir uma sociedade de paz e de justiça.
Dom Bernadino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru - PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU - PE)

domingo, 22 de abril de 2012

MISSA DO 3º DOMINGO DA PÁSCOA

Neste terceiro domingo, a comunidade continua fazendo a experiência do Senhor ressuscitado. Ele se manifesta como o Senhor da paz. Ele foi glorificado pelo Deus de Abraão, de Isaac, de Jacó, o Deus dos nossos antepassados. Embora tenham matado o autor da vida, Deus não o abandonou, ressuscitando-o de entre os mortos. Hoje, primeiro dia da semana, dia da vitória da vida, sejamos verdadeiras testemunhas deste grande mistério da nossa fé. O vencido é vencedor! Na mentalidade de hoje, dificilmente se crê na vitória dos vencidos. Mas é núcleo da fé cristã. Crer em Jesus significa crer na vitória do vencido, na glória do humilhado, no poder do derrotado. Para uns é tolice, para outros é um absurdo, mas é a sabedoria de Deus, é a força de Deus. O maior fracasso se transformou no maior sucesso. Antes das palavras, os fatos: os apóstolos que, paralisados de medo, abandonaram o Mestre agora estão cheios de vigor. Diante dos fatos não há argumentos, Pedro, antes paralisado de medo diante de uma empregada do chefe, agora se levanta e dá testemunho do Ressuscitado diante da multidão. A consequência é a necessidade de mudança de cabeça, de mentalidade; é preciso começar a crer que a vida nasce da morte, que o fracassado é esperança de vitória. Isso vai mexer com toda a vida das pessoas e do mundo. A missão agora é anunciar este novo modo de pensar, esta metanoia. Isso não é uma fantasia; o Ressuscitado não é um fantasma, é o mesmo crucificado. O Cristo, o Messias, a esperança da humanidade é Jesus, é o pobre galileu crucificado. Essa é a única realidade capaz de reverter os caminhos que estão levando a humanidade à morte. O caminho da vida está aberto porque o derrotado saiu vitorioso, o massacrado está vivo e atuante.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 283. Março / Abril 2012. p 39, 61 . Paulus.

ARTIGO DO BISPO "50ª Assembleia da CNBB"

Os bispos do Brasil estão reunidos em Assembleia no Santuário de Aparecida (SP). É um evento que se repete todos os anos e orienta as Dioceses do Brasil para renovar a evangelização.
A Assembleia deste ano traz consigo uma curiosidade especial, e uma coincidência. Com a deste ano, são 50 Assembleias Gerais, realizadas pela CNBB ao longo de sua história, que começou em1952, anos de sua fundação.
Por curiosa coincidência, se completam 50 Assembleias justo quando se completam 50 anos da abertura do Concílio, ocorrida em 1962.
Como pode acontecer a mesma contagem, com datas diferentes? A explicação é simples. Nos primeiros tempos, a CNBB se reunia de dois em dois anos. Depois passou a se reunir anualmente.
A coincidência não estava, certamente, nos planos de ninguém. Mas acabou reforçando a estreita relação existente entre a história da CNBB e o Concílio Ecumênico Vaticano Segundo.
A CNBB foi fundada dez anos antes do Concílio. E isto não foi nada irrelevante. Ao contrário, quando chegou o Concílio, os bispos do Brasil já tinham a sua "conferência episcopal", coisa que poucos países tinham. Isto possibilitou que os bispos brasileiros contassem com a valiosa ajuda da articulação entre os episcopados, que a CNBB começou a fazer, valendo-se, sobretudo, da agilidade de Dom Helder Câmara, o seu Secretário Geral.
A CNBB foi fundada em 1952, quando, dá pra dizer, nasceu e foi batizada, assumindo sua identidade própria de "conferência episcopal". Mas foi durante o Concílio que a CNBB foi "crismada", se consolidando como expressão prática de instituição a serviço da "colegialidade episcopal."
Foi graças a CNBB que o local onde se hospedavam os bispos do Brasil acabou ficando ponto de referência para o aprofundamento dos temas em debate no Concílio, em vista da consolidação dos grandes consensos que depois eram expressos nas votações conciliares.
Uma das decisões práticas do Concílio foi exatamente a organização de todos os episcopados nacionais em "Conferências Episcopais". Já teria bastado a experiência positiva do Brasil para recomendar a implantação das Conferências Episcopais em todos os países.
Das 50 Assembleias já realizadas, uma das mais importantes foi sem dúvida a de 1965, quando o Concílio ainda estava em pleno andamento, e os bispos do Brasil, ainda em Roma, se deram conta que deviam se organizar para implementar as orientações do Concílio. Foi então que decidiram aprovar o primeiro "Plano de Pastoral de Conjunto", para a aplicação do Concílio, a ser assumido por todas as dioceses.
Assim, a CNBB colaborou para a realização do Concílio. E a CNBB foi decisiva para a aplicação do Concílio na Igreja do Brasil.
Por isto, a coincidência deste ano é muito mais do que ocasional. É a feliz expressão da profunda convergência entre CNBB e Concílio Vaticano II.
Que bom, no 60º aniversário da Conferência e na 50ª Assembleia Geral da CNBB, os bispos vão convidar novamente toda a Igreja do Brasil a acolher esse apelo e exortação. O fruto só pode ser promissor!
Dom Bernadino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru - PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU - PE)

sábado, 14 de abril de 2012

MISSA DO 2º DOMINGO DA PÁSCOA

Nesta celebração, experimentamos a presença do Senhor ressuscitado, que traz no corpo as marcas da paixão. Ele se revela na comunidade reunida. Os relatos da aparição do Senhor ressuscitado mostram sempre que ele aparece na comunidade reunida (cf. Lc 24,13-33; 24,36-42; Jo 20,19-29; 21,1ss). Quem não está na reunião não vê o Ressuscitado (cf. Jo 20,24).
Sua palavra de vida e de verdade nos comunica o Espírito que nos impulsiona para a missão, não obstante nossa fragilidade e nossas incredulidades. A comunidade reunida é sacramento vivo do Senhor ressuscitado.
Nas nossas celebrações eucarísticas, mais de uma vez a assembleia responde à saudação: “O Senhor esteja convosco!”, dizendo: “Ele está no meio de nós!” É necessário que isso não fique apenas como uma fórmula ritual, mas seja expressão de um ato de fé na presença do Senhor ressuscitado na assembleia reunida.
O evangelho deste segundo domingo de Páscoa lembra isso vivamente: estando os discípulos reunidos no primeiro dia da semana, mesmo com as portas trancadas, Jesus ressuscitado se põe visível no meio deles. No domingo seguinte, o mesmo acontece e ainda de maneira visível.
Depois a presença vai perder a visibilidade, mas não deixará de existir. Tomé não acreditou nos outros discípulos, não acreditou na presença de Jesus na comunidade. Sua descrença vem valorizar a fé nessa presença invisível, mas plenamente viva, a fé que leva ao testemunho do Ressuscitado. “Felizes os que creem sem ter visto!”
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 283. Março / Abril 2012. p 39, 59 . Paulus.

ARTIGO DO BISPO "O domingo e o otimismo cristão"

Apesar de muitos batizados terem esquecido ou abandonado a sua fé em Jesus Cristo, apesar de a Semana Santa ter se tornado um feriadão qualquer sem nenhuma referência àquele que morreu por nós na Cruz, nós continuamos a celebrar a Páscoa.
A Ressurreição do Senhor é o grande acontecimento que está na base da nossa fé e nas suas consequências para a Igreja e o mundo. E para a nossa vida. Será que a Páscoa deste ano nos ajudou a dar um passo no amor ao Senhor, na caridade e solidariedade com os outros. Ou ficamos como antes?
O Evangelho de João 20, 19-31, nos fala de Jesus ressuscitado, que se apresenta duas vezes aos apóstolos. A primeira, à tarde do primeiro dia da semana, com grande alegria dos apóstolos e com a comunicação do poder de perdoar os pecados. A segunda vez, oito dias depois, no primeiro dia da semana, com o episódio de Tomé incrédulo e a conclusão: " Bem aventurados os que, mesmo não tendo visto, creram".
Os evangelistas ao se referirem ao primeiro dia da semana não o chamaram de domingo. Somente mais tarde, cristãos do mundo latino passaram a empregar o nome de domingo para o primeiro dia da semana. Sábado deriva do mundo hebraico, e significa "dia do repouso" recordando a criação do mundo, e o Criador que "no sétimo dia repousou". O dia depois do Sábado era o da Ressurreição de Jesus, o mais importante de todos, e os cristãos logo o chamaram "dia do Senhor", em latim Dominica Dies, depois simplesmente Dominica. No ano 321, o imperador Constantino elevou o Domingo a dia de repouso oficial para todos os cidadãos do Império Romano. Pouco a pouco esta singular invenção dos primeiros cristãos se difundiu, e hoje é aceita em muitas partes do mundo.
Suas características são: a alegria e a festa; a necessidade de fazer paz com os irmãos; o dever de eliminar diferenças e discriminações; de socorrer os pobres; o justo repouso.
Sobretudo os cristãos neste dia se reúnem em assembléia, ouvem a Palavra de Deus e participam da Eucaristia. Fazem memória da morte e ressurreição do senhor: agradecem a Deus que em Cristo os chama a um destino de eternidade. Acontece cada domingo, nas milhares de igrejas espalhadas pelo mundo: recordamos a Ressurreição e podemos também recordar-nos que os filhos são "do Senhor".
Nosso nome, nossa festa, iniciada exatamente com a Ressurreição, o "primeiro dia depois do sábado". Para o cristão todo Domingo celebra a Páscoa, todo domingo é Páscoa.
As conseqüências da reflexão cristã sobre a Ressurreição foram importantes para a humanidade. Cristo ressuscitado, vivo na celebração dominical, há dois mil anos é capaz de mudar a vida do homem. Formulamos votos de Boa Páscoa. Somos otimistas, porque Cristo ressuscitou. Se esperamos um mundo melhor, é porque Cristo ressuscitou. Se não me apavoro comigo mesmo, é porque Cristo ressuscitou. Quantas pessoas continuam a lutar apesar de tantos sofrimentos, porque compreenderam que coisa é a Páscoa, a festa cristã, a vida cristã. Eis porque também nós, não obstante tudo, somos otimistas, porque Cristo ressuscitou."
Contemplamos o Senhor com a maravilha e estupor, que experimentaram os apóstolos, naquele primeiro dia depois do sábado, diante de Jesus ressuscitado. Aquele Jesus que entra através de portas fechadas, e diz "a paz esteja convosco" Jesus que traz a paz, a tranqüilidade que recuperamos cada domingo recordando que somos chamados a um destino de ressurreição.
Sabendo disso, nós nos tornamos confiantes, cheios de esperança, ainda quando as coisas não vão bem. Otimistas, com um gosto todo especial de viver, de construir, realizar.
Dom Bernadino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru - PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU - PE)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

NOTA DA CNBB SOBRE O ABORTO DE FETO “Anencefálico”

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB lamenta profundamente a decisão do Supremo Tribunal Federal que descriminalizou o aborto de feto com anencefalia ao julgar favorável a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental n. 54. Com esta decisão, a Suprema Corte parece não ter levado em conta a prerrogativa do Congresso Nacional cuja responsabilidade última é legislar.
Os princípios da “inviolabilidade do direito à vida”, da “dignidade da pessoa humana” e da promoção do bem de todos, sem qualquer forma de discriminação (cf. art. 5°, caput; 1°, III e 3°, IV, Constituição Federal), referem-se tanto à mulher quanto aos fetos anencefálicos. Quando a vida não é respeitada, todos os outros direitos são menosprezados, e rompem-se as relações mais profundas.
Legalizar o aborto de fetos com anencefalia, erroneamente diagnosticados como mortos cerebrais, é descartar um ser humano frágil e indefeso. A ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não aceita exceções. Os fetos anencefálicos, como todos os seres inocentes e frágeis, não podem ser descartados e nem ter seus direitos fundamentais vilipendiados!
A gestação de uma criança com anencefalia é um drama para a família, especialmente para a mãe. Considerar que o aborto é a melhor opção para a mulher, além de negar o direito inviolável do nascituro, ignora as consequências psicológicas negativas para a mãe.   Estado e a sociedade devem oferecer à gestante amparo e proteção
Ao defender o direito à vida dos anencefálicos, a Igreja se fundamenta numa visão antropológica do ser humano, baseando-se em argumentos teológicos éticos, científicos e jurídicos. Exclui-se, portanto, qualquer argumentação que afirme tratar-se de ingerência da religião no Estado laico. A participação efetiva na defesa e na promoção da dignidade e liberdade humanas deve ser legitimamente assegurada também à Igreja.
A Páscoa de Jesus que comemora a vitória da vida sobre a morte, nos inspira a reafirmar com convicção que a vida humana é sagrada e sua dignidade inviolável.
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, nos ajude em nossa missão de fazer ecoar a Palavra de Deus: “Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19).


Cardeal Raymundo Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

domingo, 8 de abril de 2012

FELIZ PÁSCOA

MISSA DA PÁSCOA DO SENHOR

Este é o dia que o Senhor fez para nós! É o grande dia! A vida reinou! Com toda a criação que desperta para a vida nova, celebramos com alegria e júbilo a festa da vida!
No centro da ação eucarística, proclamamos o Mistério da nossa fé: anunciamos a morte do Senhor, proclamamos sua ressurreição e aguardamos sua vinda definitiva. Ele está vivo no meio de nós, reparte para nós o pão de sua palavra e do Corpo e Sangue e nos convoca a ser sinais de sua Páscoa na nossa realidade. Celebrando hoje a ressurreição do Senhor, ressuscitemos para a vida nova.

Hoje é o primeiro dia, hoje começa novamente a história da criação; hoje a história se renova e se refaz; hoje muda tudo, hoje tudo recomeça de nova maneira e em outra perspectiva. A vida nova de Cristo é a vida nova da humanidade, a ressurreição do Senhor é a ressurreição do
mundo. Jesus está vivo, o mudo tem salvação. Testemunho de mulher nada valia, agora a Discípula é a primeira testemunha. Ela representa a comunidade que diz: “Não sabemos onde o puseram”. Ela dá a notícia ao Discípulo e ao dirigente. Começa uma história diferente. Na ressurreição, Deus confirma o caminho de Jesus, que, apesar de todas as aparências em contrário, é o vitorioso, é o Senhor, é o Cristo, o Messias.
A partir de agora, os critérios são outros. Os homens seguem um caminho, crucificam; Deus segue outro, ressuscita, torna a levantar, a suscitar, a promovê-lo de novo a uma missão. Já não é possível estar apegados às antigas ideias e aos antigos costumes e normas, sejam dos judeus, sejam das religiões pagãs. Agora é preciso pensar mais alto. Precisa haver verdadeira renovação, profunda mudança de costumes, jogar fora o velho fermento, como faziam os judeus na festa da Páscoa unida à dos pães sem fermento.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 283. Março / Abril 2012. p 38, 57 . Paulus.

SOLENE VIGÍLIA PASCAL

ARTIGO DO BISPO " Ainda é possível lavar os pés! "

Talvez na última quinta feira santa, você tenha participado da missa do lava-pés! É um rito antigo da liturgia da Igreja Católica que ainda tem um significado muito atual. Em tempos tão difíceis e diferentes, mas com possibilidades de grandes transformações, por que lavar os pés? Porque estamos no tempo da Páscoa. Jesus ofereceu a sua vida renovando as esperanças da humanidade.
A semente foi lançada, os terrenos são os mais variados possíveis, mais tarde vai germinar e dar seus frutos, por que a semente é de primeiríssima qualidade, não existe outra melhor. A semente da Boa Notícia do Mestre Jesus é única e não tem outra para ser comparada.
Por isso, quero lembrar o que Ele Mestre e Senhor fez: " se eu vosso Mestre e Senhor lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros" (Jo 13, 14). O que significa para o hoje da nossa existência esse mandato, que sucede ao gesto concreto de lavar os pés dos seus companheiros antes de comer a última ceia com eles?
Olhando na perspectiva social e de relacionamento de nossa convivência, penso que poderíamos extrair algumas pistas bem concretas. Lavar significa purificar, deixar limpo, tirar a sujeira, criar um ambiente novo. Os pés formam a base, dá segurança no caminhar, fazem entrar em comunicação com o outro, nos possibilitam criar relações com o diferente.
Assim, lavar os pés significa purificar nossas relações humanas, formais e frias, mantidas na base do tapinha nas costas, mas que depois detona em críticas e julgamentos comprometendo a própria honra e a dignidade. Lavar os pés significa tirar a sujeira das relações de domínio e exploração que distancia e cria rupturas intermináveis. Lavar os pés significa criar relacionamentos verdadeiros, tirando as máscaras da enganação e das vantagens pessoais. Lavar os pés significa inverter os comportamentos egoístas e interesseiros que exclui e marginaliza o outro.
Lavar os pés significa dar oportunidade ao caído e fazer com que ele caminhe com os próprios pés. Lavar os pés significa encurtar distâncias, vencer diferenças, superar divisões transformando os inimigos em amigos. Lavar os pés significa deixar de lado o ódio, a vingança, a raiva que mata toda a possibilidade de reconciliação.
Lavar os pés significa defender a dignidade e a vida desde o nascimento até a morte natural. Lavar os pés significa não fazer do carro uma arma que mata, fere e tira a possibilidade de viver sem traumas. Lavar os pés significa assumir juntos, as lutas contra as epidemias, principalmente contra a dengue que é uma verdadeira ameaça à vida humana.
Na compreensão do mandato de Jesus, está a pessoa que deve ser amada sem colocar condições, começando pelo amor a nós mesmos, para poder amar. Diante deste mandato do Mestre e Senhor não tem outra saída a não ser a do serviço desinteressado ao outro, sem se importar quem seja. As manchas da sujeira vão desaparecer, os pés ficarão limpos na medida que fomos capazes de criar relacionamentos verdadeiros, onde o abraço de quem ama é mais importante que o tapinha de fachada.
O hoje exige de todos a construção de pontes e não muros, fazer das rupturas e divisões oportunidade para crescer criando espaço para uma vida melhor. Na medida em que nos distanciamos uns dos outros, também vamos distanciando de nosso Deus. O relacionamento transparente e sincero favorece uma oração limpa e sincera.
Esta é a hora para atar compromissos porque todos somos responsáveis para fazer a Palavra de Deus se tornar vida e não só discurso ou meditações piedosas. O mundo grita por testemunhos, exemplos de vida, cristãos tocados e apaixonados pelo Mestre Jesus. Assim o lavar os pés não fica somente um teatro a se repetir uma vez por ano, e o evangelho se tornará Palavra de vida e de vida eterna.
Dom Bernadino Marchió
Bispo Diocesano de Caruaru - PE
FONTE: JORNAL VANGUARDA (CARUARU - PE)

sábado, 7 de abril de 2012

PROGRAMAÇÃO SEMANA SANTA 2012

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MISSA DA VIGÍLIA PASCAL

Na exortação inicial se diz: “Meus irmãos e minhas irmãs. Nesta noite santa, em que nosso Senhor Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos dispersos por toda a terra a se reunirem em vigília e oração. Se comemorarmos a Páscoa do Senhor ouvindo sua palavra e celebrando seus mistérios, podemos ter a firme esperança de participar do seu triunfo sobre a morte e de sua vida em Deus”. Iniciamos com a liturgia da luz, na qual anunciamos a “luz do Cristo ressuscitado que resplandece, dissipando as trevas do coração eda mente”; escutamos as narrativas das ações salvíficas de Deus na história humana, desde a primeira criação até a nova criação em Cristo; passamos pelas águas do batismo, batizando novos filhos e renovando nossas promessas batismais; e, por fim, celebramos o ápice de sua Páscoa, dele que é o verdadeiro Cordeiro que tira o pecado do mundo e se entrega a nós nos sinais do pão e do vinho.
De fato, esta é a noite de alegria verdadeira, pois o Cristo, ressurgindo, nos trouxe a luz.
Esta é a celebração das celebrações, o centro do ano litúrgico. O Lecionário oferece nove leituras para que, conforme a conveniência pastoral, se escolham pelo menos duas do Primeiro Testamento, sendo a do Êxodo obrigatória, e se leiam também as duas do Segundo Testamento: Romanos e o evangelho.
A exigência de que se leia a passagem do Êxodo faz a ligação da nossa noite de Páscoa com a Páscoa dos hebreus. Sem ela não se entende o Precônio Pascal (Exultet). A noite da ressurreição do Cristo é a noite do nosso mergulho na morte do Senhor (o batismo), é a noite da saída dos hebreus da escravidão do Egito, é a noite da travessia do mar Vermelho, é a noite da liberdade plena adquirida. As diferentes figuras lembradas no Precônio mostram os vários lados da realidade de nosso batismo, mergulho na morte e ressurreição com Cristo. Como as leituras são muitas e, dependendo das circunstâncias pastorais de cada assembleia, podem-se omitir algumas.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 283. Março / Abril 2012. p 38, 55 . Paulus.

SEMANA SANTA 2012 (MISSA DA PAIXÃO DO SENHOR)

MISSA DA PAIXÃO DO SENHOR


Neste dia em que Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado, a Igreja, comunidade de fé, contempla a paixão do Senhor Jesus, adora a cruz e comemora o seu próprio nascimento do lado de Cristo.
O Senhor Jesus se entrega nas mãos do Pai. Num ato supremo de amor, inclinando a cabeça, entrega o Espírito. Em profundo silêncio, escutamos os relatos da entrega do Senhor, que, pela morte de cruz, se tornou causa de salvação para todos; contemplamos a cruz, o lenho que trouxe a salvação a todos, e comungamos do seu Corpo doado para a vida do mundo. O Salmo 69(68) inspira no Quarto Evangelho o grito de Jesus: “Tenho sede!” e o detalhe do vinagre que, em resposta, lhe oferecem. “Para a minha sede deram vinagre” (v. 22) “os que me odeiam sem motivo” (v. 5). Para a sede de amor, de correspondência ao amor oferecido, a resposta é o vinagre do ódio gratuito. A gratuidade do ódio só faz completar a gratuidade do amor.
Na narração da Paixão no Evangelho de João, Jesus é sempre senhor da situação. Após a Ceia, vai com os discípulos para um jardim. Jardim lembra o Éden, e não sofrimento e dor. Ali ele não pede que o Pai afaste o cálice da dor, como acontece nos sinóticos. Ele se entrega quando quer. Não se rebaixa diante de Anás e seus subalternos nem diante de Pilatos. De mãos atadas, como insiste em dizer o evangelista, está mais livre do que aqueles que o prenderam e seus subalternos.
Ele mesmo carrega sua cruz, e os dois crucificados com ele não são bandidos nem criminosos comuns, são apenas mais dois. Quanto mais senhor da situação, mais livremente ele está amando, mais gratuito é seu amor.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 283. Março / Abril 2012. p 37, 53 . Paulus.

SEMANA SANTA 2012 (MISSA DA CEIA DO SENHOR)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

MISSA DA CEIA DO SENHOR

Iniciamos o Tríduo Pascal. Celebramos a Páscoa da Ceia, na qual o Senhor se entrega por nós. “Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1). Jesus sabia que seria entregue às autoridades que o estavam procurando havia muito tempo. Esta noite, nós também sentamos à mesa com o Senhor, onde ele estabelece uma aliança conosco e nos ensina o verdadeiro sentido do amor: dar a vida pelos outros, numa atitude constante de serviço humilde e despojado.
Traditio é a palavra latina que resume os fatos celebrados nesta noite, como tentamos fazer com a palavra “entrega”. Nessa noite, Jesus entrega a seus discípulos a tradição que o próprio Paulo diz ter recebido dele, a tradição de celebrar a Ceia do Senhor. É um primeiro significado da palavra traditio. Jesus nos entrega hoje o sacramento de seu corpo doado, de seu sangue derramado. Nessa noite, Jesus é traído por Judas – este induzido por satanás, que pode ser Anás, quem na verdade controlava o poder religioso. Em seguida, o próprio Judas vai incorporar o inimigo ou satanás e levar os representantes do “braço secular”, um batalhão do exército romano, e o braço religioso, os funcionários dos sumos sacerdotes, para prender Jesus. Traição é o outro significado da palavra traditio. Nessa noite, também, Jesus se entrega livremente à morte maldita, a fim de se tornar uma bênção para a humanidade, abrir-lhe o caminho do serviço, do amor e da doação de si, no lugar da exploração, e o caminho da pequenez e da humildade, em vez do prestígio, da fama e da arrogância. Traditio significa também o ato de se entregar. Daí a entrega da eucaristia, a entrega de Jesus por Judas e a entrega de si mesmo que faz Jesus.
Extraído de: VIDA PASTORAL "Revista Bimestral para Sacerdotes e Agentes de Pastoral". ano 53. número 283. Março / Abril 2012. p 37, 51 . Paulus.

PROGRAMAÇÃO SEMANA SANTA 2012

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SEMANA SANTA 2012 (CELEBRAÇÃO DA MISERICÓRDIA)

SEMANA SANTA


sábado, 31 de março de 2012

COLETA NACIONAL DA SOLIDARIEDADE

Neste domingo, 1º de abril, dioceses, paróquias e comunidades de todo país celebrarão o Domingo de Ramos, dia em que os cristãos de todo o mundo fazem memória a entrada de Jesus em Jerusalém. 
É nesta data que a Igreja realiza a Coleta Nacional da Solidariedade, gesto concreto da Campanha da Fraternidade, em que todas as doações financeiras realizadas pelos fiéis farão parte dos Fundos Nacional e Diocesano de Solidariedade.
Voltado para o apoio a projetos sociais, os fundos são compostos da seguinte maneira: 60% do total da coleta permanecem na diocese de origem e compõe o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% são destinados para o Fundo Nacional de Solidariedade. O resultado integral da coleta da Campanha da Fraternidade de todas as celebrações do Domingo de Ramos será encaminhado à respectiva diocese.
Em 2012, com o tema “Fraternidade e Saúde Pública”, a Campanha da Fraternidade (CF) reflete junto aos seus fiéis temas como a atual situação do Sistema Único de Saúde (SUS). 
De acordo com o texto base da CF 2012, dados do IBGE mostram que enquanto os mais ricos usam a maior parte de seu orçamento com saúde no pagamento de planos privados, os mais pobres têm os remédios como item de maior consumo de seus gastos com saúde.
FONTE: Canção Nova